quinta-feira, 18 de julho de 2013

como tirar Músicas de Ouvido ou seja como ter o ouvido absoluto?




Apresento lhes hoje cinco passos para aprender a tirar músicas de ouvido, sem limitar-se apenas às cifras, tablaturas e vídeos no Youtube. Essas, podem ser ferramentas úteis, mas não são as únicas.
Para quem toca instrumentos harmônicos e/ou melódicos (guitarra, violão, teclado, baixo) é necessário conhecer alguns acordes, escalas e arpejos. Isso servirá como exercício triplo: ajudará na técnica, no treino da percepção e na memorização de onde estão e quais são as notas do seu instrumento. Não é a toa que em todos os instrumentos musicais é preciso repetir várias vezes certos exercícios. A repetição ativará a memória muscular e, com o tempo, o domínio do instrumento se transformará numa segunda natureza.
Entenda que sua percepção está, basicamente, em dois níveis: a percepção focada, que se concentra em um som específico e a dispersa, que é a responsável por camuflar o som ambiente. Imagine-se conversando com alguém em uma festa. Você precisará se concentrar na fala da pessoa (percepção focada/figura) e haverá todo o ruído da festa, com outros convidados conversando e músicas no rádio (percepção secundária/fundo).
-Primeiro Passo
Ouvir a gravação da música, com total concentração, para identificar quantos e quais instrumentos estão registrados e entender o 'mapa' da composição.
Saber quais os instrumentos gravados ajudará a entender a sonoridade e intenção da música e, também, a perceber como o seu instrumento se relacionará com os outros.
Identificar o mapa da composição é entender quantas partes há na música e como elas se interligam. É muito comum as músicas serem compostas por introdução, verso, refrão, parte B, etc. Saber onde começa e onde termina cada parte já é um trabalho de memorização, muito útil para a percepção.
-Segundo Passo
Ouvir a música e se imaginar tocando, mas ainda sem o instrumento.
Imagine que você esta com seu instrumento musical na mão. Tente visualizar e imaginar como o seu instrumento pode reproduzir o que é ouvido. Nesse estágio, quem toca guitarra, violão ou baixo já consegue identificar o ritmo no qual a mão que ataca as cordas terá que trabalhar.
-Terceiro Passo
Cante cada parte que o seu instrumento toca.
Isso ajudará a internalizar e memorizar a parte que você deseja reproduzir. Além do mais, a partir do momento que você consegue reproduzir com a voz, é possível cantar repetidamente e até com maior lentidão.
-Quarto Passo
Ligue seu instrumento e toque junto com a gravação.
Para perceber se está tocando na mesma nota que a gravação, há uma técnica chamada batimento. Imagine que duas notas iguais são como duas linhas paralelas. Se por um acaso uma delas não estiver afinada, você terá a sensação que estão ondulando. Quanto mais próximo de afinar, menor será essa sensação. Mais distante da afinação, maior a sensação de ondulação. Essa sensação será a referência para perceber quando você está tocando exatamente a mesma nota.
-Quinto Passo
Após aprender a música, ouça novamente sem o instrumento e imagine-se tocando a música.
Agora que você já sabe as partes das duas mãos, coloque a imaginação para funcionar. Ouça o timbre e a afinação do seu instrumento sem tocá-lo. Assim, você ficará mais independente dele para imaginar os sons.




quinta-feira, 11 de julho de 2013

Rei Do Baião e do Xote

Asa-Branca é uma canção de choro regional (popularmente conhecido como baião) de autoria da dupla Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, composta em 3 de março de 1947.
Há 60 anos, Luiz Gonzaga entrava no estúdio da RCA para gravar uma toada chamada Asa Branca, a primeira parceria sua com o cearense Humberto Teixeira, o maior clássico da música nordestina em todos os tempos, com mais de 500 regravações no Brasil e mundo afora.
O tema da canção é a seca no Nordeste brasileiro que pode chegar a ser muito intensa, a ponto de fazer migrar até mesmo a ave asa-branca (Patagioenas picazuro, uma espécie de pombo também conhecido como pomba-pedrês ou pomba-trocaz1 ). A seca obriga, também, um rapaz a mudar da região. Ao fazê-lo, ele promete voltar um dia para os braços do seu amor. Há uma continuação de Asa Branca, intitulada A Volta da Asa Branca, que trata do retorno do retirante e de sua nova vida no Nordeste.
A versão mais conhecida é a cantada por Luiz Gonzaga. Além desta versão, a música foi gravada por uma série de outros artistas, entre eles:





terça-feira, 2 de julho de 2013

NOVE PASSOS PARA CRIAR UM SOLO DE GUITARRA QUE CONSIDERO ESSENCIAL NA FORMAÇÃO DO MÚSICO.

1- Aprenda uma escala. A escala é um conjunto de notas dentro do mesmo tom. As escalas tônicas são as mais fáceis de aprender, pois não tem muita variação. Existem muitos sites gratuitos que você pode pesquisar que demonstram as escalas.
2- Pratique as escalas. Toque a escala de cima a baixo. Não tente reproduzi-la rápido! Você vai melhorar muito mais tocando-a lentamente por 20 minutos do que tentando reproduzi-la tão rápido quanto você pode por algumas horas. Certifique-se de reproduzi-la de forma limpa, executando todas as notas da escala com a mesma intensidade e variando as notas sem variar o volume do som (o segredo para tocar rápido é ser capaz de escolher as notas com rapidez e precisão. Sua mão esquerda deve ser rápida o suficiente para manter o mesmo ritmo e intensidade de sua mão direita).
3- Aprenda as notas da sua mão esquerda (a do braço da guitarra, caso você seja destro). Se você está apenas começando a tocar guitarra, já deve ter tentado aprender algumas notas difíceis, mas não há realmente nenhuma maneira de contornar esse processo se você deseja aprender a solar. Se você conseguir aprender qual a importância de cada uma das notas e para que servem, você poderá tocar a música que quiser, simplesmente por estar na escala e seguir a seqüência das notas.
4- Toque as notas no ritmo certo. Seu solo não soará nem relativamente próximo do original, a menos que você esteja tocando no ritmo de uma música. Invista em um metrônomo ou apenas baixe um eletrônico na Internet. Toque uma nota da escala em cada batida. Com o tempo, você pode acelerá-las ou usar colcheias (que são quando você toca uma nota sobre e entre cada batida).
5- Encontre a escala de notas certas para usar. Normalmente, a primeira nota de uma música é a base para você saber em que escala a música estará. Por isso, quando você consegue identificar a escala, pode seguir a música utilizando as variações existentes naquela escala. Se uma canção começa em "Dó maior", a primeira nota será "Dó maior" - mesmo que apenas por alguns segundos.
6- Solos não são apenas uma variação aleatória de notas em uma escala; eles são compostos de uma sucessão rápida, precisa e melódica de intervalos escalares. Certifique-se de levar algum tempo para experimentar com diferentes intervalos de tempo - sabendo o que se encaixa em um solo e que não vai fazer seus solos soarem muito fora de ritmo.
7- Pratique a improvisação. A improvisação pode ajudá-lo a encontrar o seu "som" próprio. Tente tocar algo diferente a cada vez, mas se você não conseguir, isso não importa muito (se você experimentar diferentes formas e padrões, você estará apenas aumentando a sua flexibilidade para improvisar e acompanhar qualquer melodia).
8- Você pode aprender técnicas de guitarra diferentes para dar um toque pessoal às suas melodias. Cada estilo tem suas particularidades; porém, quando você aprender uma nova técnica, tente aperfeiçoá-la antes de realmente incorporá-la às suas músicas.
9-  Você também pode tentar gravar uma música cantada - talvez um solfejo feito por você mesmo - e depois tentar solar acompanhando as notas.




segunda-feira, 1 de julho de 2013

ZOE THOMSON A Garotinha do Rock


ZOE THOMSON


É uma criança de dez anos  que teve sua primeira aula de violão quando  tinha seis anos de idade, ela é uma das guitarristas liderança na sua Mini Band.

O Mini banda foi formada em 2011, depois de tudo que se conheceram em uma escola de rock local.Eles  apreciavam jogar muitos shows desde que a banda começou, o maior até agora sendo Festival Blissfields, Winchester, e Weyfest, Farnham. A banda tem destaque na TV ao redor do mundo, e apareceu no programa Live With Gabby no Reino Unido.

Em 2011, um vídeo da banda Mini jogando uma versão cover de Enter Sandman do Metallica (na Bucklebury Beer Festival, Reino Unido) se tornou viral no YouTube, e recebeu milhões de visualizações. O vídeo chamou a atenção dos Metallica, e eles colocoram como seu vídeo favorito em sua página do YouTube. Em um show beneficente em Newbury Rugby Club da BBC estavam filmando a gente, e antes de irmos ao palco que nos presenteou com uma mensagem de vídeo pessoal do Metallica! Esta foi uma completa surpresa para todos, e é uma das melhores experiências até agora para todos.

Em 2012, um vídeo do YouTube de me jogar por Stratosphere Stratovarius se tornou viral e, atualmente, tem mais de 5 milhões de visualizações no YouTube. Este vídeo foi visto por Zakk Wylde, Mike Shinoda (Linkin Park) e Nick Mason (Pink Floyd), os quais twittou sobre o seu vídeo. John Petrucci (Dream Theater), também vi o vídeo e consequentemente a Mini Banda foram convidados a conhecer Dream Theater no backstage do Wembley Arena antes que eles tocaram para um público lotado. Ela começou a tocar guitarra de John Petrucci também. Que dia incrível! Zoe  também apareceu em muitas estações de televisão diferentes em todo o mundo, incluindo BBC, Channel 5 (Reino Unido), Channel 1 Russia, CBS News, e Nippon TV no ​​Japão.






quinta-feira, 27 de junho de 2013

História da guitarra elétrica, dicas e curiosidades da guitarra







Guitarra é um termo amplo que se refere a uma série de instrumentos de cordas beliscadas, que possuem geralmente de 4 a 12 cordas tensionadas ao longo do instrumento, além de um braço, sobre o qual as cordas passam, permitindo ao executante controlar a altura da nota produzida. Existem versões acústicas, que possuem caixa de ressonância e elétricas, que podem ou não possuir caixa de ressonância, mas utilizam captadores e amplificadores para aumentar a intensidade sonora do instrumento.
As guitarras, bem como a maior parte dos instrumentos de cordas são construídas pelo luthier. O músico que a executa é chamado guitarrista .
No Brasil, o termo “guitarra” refere-se exclusivamente à guitarra elétrica e a palavra “violão” é usada para se referir tanto à guitarra clássica, como à guitarra acústica, esta segunda com cordas de nylon ou mesmo com cordas de aço, como no caso do violão folk.
O termo “guitarra” também é utilizado para se referir a famílias de instrumentos com algumas similaridedes, embora nem sempre com a mesma acepção. Para alguns autores, a família das guitarras engloba qualquer cordofone com braço e caixa de ressonância cujas cordas são beliscadas. Isso inclui instrumentos tais como: o alaúde, o bandolim eo banjo.
Mas outros autores apenas consideram como família das guitarras os instrumentos de cordas beliscadas que têm a caixa em forma de “8”. Isso inclui instrumentos tais como o cavaquinho e a viola.
Origens e Desenvolvimento:

Instrumentos similares aos que hoje chamamos de guitarras existem ao menos há 5 mil anos. A guitarra parece derivar de outros instrumentos existentes anteriormente na Ásia Central. Instrumentos muito similares à guitarra aparecem em antigos alto-relevos e estátuas descobertas em Susa, na Pérsia (atualmente no Irã).
A guitarra, em forma muito próxima à guitarra acústica atual, foi introduzida na Espanha no Século IX, mas não se conhece com precisão toda a história deste instrumento. No entanto há duas hipóteses mais prováveis para a introdução da guitarra no ocidente.
A primeira hipótese é que a guitarra seria derivada da chamada khetara grega, que com o domínio do Império Romano passou a se chamar cítara romana, e era também denominada de fidícula. Teria chegado à Península Ibérica por volta do Século I com os romanos. Esse instrumento se assemelhava à lira e posteriormente foram acontecendo as seguintes transformações: os seus braços dispostos da forma da lira foram se unindo, formando uma caixa acústica, à qual foi acrescentado um braço de três cravelhas e três cordas, e a esse braço foram feitas divisões transversais (trastes).
A segunda hipótese é de que este instrumento seria derivado do antigo alaúde árabe, nome originado da palavra al ud, (a madeira), e que teria sido levado para a Península Ibérica através das invasões muçulmanas. O alaúde árabe que penetrou na península nessa época foi um instrumento que se adaptou perfeitamente às atividades culturais e, em pouco tempo, fazia parte das atividades da corte.
Outra hipótese é de que foram aplicadas as técnicas do alaúde (cordas beliscadas, número de cordas, afinação, etc.) a instrumentos de corda friccionada (nessa altura chamadas “violas”). Isso explicaria o fato de em espanhol ter havido a distinção entre vihuela de arco (viola tocada com um arco) e vihuela de mano (viola tocada com a mão).
Sobre o nome
A palavra guitarra em português, se origina do espanhol guitarra e é utilizada, com pequenas variações, na maior parte das línguas modernas (guitar em inglês, guitare em francês, gitarre em alemão, chitarra em italiano, entre outras). Acredita-se que o nome se origine do termo grego khetara ou khitara.
A palavra guitarra também pode ser derivada do termo persa qitara, que dá nome para vários membros da família dos alaúdes. O nome guitarra teria, assim, sido introduzido pelos mouros durante as invasões muçulmanas no século X.
Na maior parte dos países de língua portuguesa, o termo guitarra pode se referir a qualquer das variedades do instrumento, seja elétrica ou acústica. No Brasil e em Cabo Verde existe a designação violão para o instrumento acústico com cordas de nylon. É provável que o nome violão tenha surgido devido à semelhança com as violas no formato do corpo. Como a então guitarra era maior, passou a ser chamada popularmente de “violão” (como aumentativo de “viola”). Aos poucos o nome se consagrou no Brasil, e o termo guitarra foi quase totalmente substituído. Apenas no século XX o nome guitarra retornou ao vocabulário corrente dos brasileiros, mas apenas para designar a versão eletrificada.
Durante vários séculos de história a guitarra acústica ganhou diversas variedades. Há grandes variações em todas as características dos instrumentos: o tamanho e o formato da caixa de ressonância, o formato e a quantidade de aberturas frontais, o comprimento do braço, a quantidade das cordas, a extensão e a forma de afinação. Certas variedades se desenvolveram separadamente e se tornaram instrumentos específicos.
Além disso há algumas variedades que são freqüentemente associadas ao género musical em que são usadas, como as guitarras de blues, folk, jazz e a guitarra clássica. Embora sejam fundamentalmente o mesmo instrumento, a variedade utilizada no flamenco, por exemplo, é diferente daquela utilizada na música clássica.
Segundo Paco de Lucía, o inventor da guitarra tal como a conhecemos se chama Zyryab. Nascido em Bagdá, ele viveu no fim do século VIII na corte de Córdoba.
Foi Antonio de Torres, um luthier espanhol do século XIX que deu à guitarra a forma e as dimensões da guitarra clássica atual, a partir do qual, diversas outras variedades surgiram no século.
A guitarra elétrica surgiu, independentemente, pela mão de diversas pessoas nos anos 30. Inicialmente a eletrificação consistia em usar o próprio instrumento acústico com um microfone de voz dentro de sua caixa de ressonância. Mais tarde esse microfone foi substituído pelo microfone de contato chamado captador ou, em inglês pickup.
Por nem sempre ser necessária uma caixa de ressonância acústica numa guitarra eléctrica, surgiram as primeiras guitarras maciças (Fender Stratocaster e Gibson Les Paul) nas décadas de 1950 e 60. As cordas passaram a ser metálicas e captadores magnéticos de indução começaram a ser utilizados.
Guitarra elétrica:

Na guitarra elétrica e no baixo, o corpo é uma peça maciça de madeira, geralmente maciça ou nos modelos mais populares, madeira laminada, pois isso produz instrumentos leves e muito rígidos, além de terem melhor sonoridade. As madeiras brasileiras mais comuns são o cedro, mogno, marfim, caxeta ou freixo. Em geral estes instrumentos são revestidos por finas lâminas de madeiras mais nobres ou pintados, muitas vezes com motivos bastante elaborados e multicoloridos. O corpo é geralmente entalhado ou escavado para permitir a montagem dos equipamentos eletrônicos. Um protetor de tampo, chamado escudo pode ser acrescentado para proteger o corpo do atrito com a palheta.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

João Carlos Martins O Melhor Pianista Nacional da Atualidade






João Carlos  começou seus estudos ainda menino, no dia em que seu pai comprou um piano, com a professora Aida de Vuono. Aos oito anos, seu pai o inscreveu em um concurso para executar obras de Bach, vencendo-o. Começou a estudar no Liceu Pasteur e, com 11 anos, já estudava piano por seis horas diárias. Teve, no Liceu, aula com o maior professor de piano da época um russo radicado no Brasil, chamado José Kliass, e venceu então o concurso da Sociedade Brito de São Petersburgo.
Seus primeiros concertos trouxeram a atenção de toda a crítica musical mundial. Foi escolhido no Festival Casals, dentre inúmeros candidatos das três Américas para dar o Recital Prêmio em Washington.  Aos vinte anos estreou no Carnegie Hall, patrocinado por Eleanor Roosevelt. Tocou com as maiores orquestras norte-americanas e gravou a obra completa de Bach para piano. Foi ele quem inaugurou o Glenn Gould Memorial em Toronto.
João Carlos Martins viu-se por diversas vezes privado de seu contato com o piano, como quando teve um nervo rompido e perdeu os movimentos da mão direita em um acidente em um jogo de futebol em Nova Iorque.
Com vários tratamentos, recuperou parte dos movimentos da mão, mas com o correr dos anos desenvolveu a doença chamadaContratura de Dupuytren. Novamente teve que parar de tocar, e dessa vez acreditou seria para sempre. Vendeu todos seus pianos e tornou-se treinador de boxe, querendo estar o mais longe possível do que sua carreira significava como músico. Mas sua incontrolável paixão o fez retornar, e realizou grandes concertos, comprou novos instrumentos e tentou utilizar o movimento de suas mãos criando um estilo único de tocar e aproveitar ao máximo a beleza das peças clássicas. Utilizou-se da mão esquerda para suas peças e obteve extremo sucesso com esta atitude.
Ao realizar um concerto em Sofia na Bulgária, sofreu um ataque em um assalto, e um golpe na cabeça lhe fez perder parte do movimento de mãos novamente.  E ao se esforçar, sofria dores intensas em suas mãos, principalmente na esquerda. Novamente pensou que nunca mais voltaria a tocar. João perdeu anos de sua carreira em tratamentos, treinamentos e encontrou novamente uma nova maneira de tocar, utilizando os dedos que podia em cada mão, mas dia a dia podia tocar menos e menos com o estilo e maestria de antigamente.
Essa paixão de João Carlos pela música inspirou um documentário franco-alemão chamado Die Martins Passion, vencedor de quatro festivais internacionais—FIPA d'Or 2004 , Banff Rockie Award 2004; Centaur com o melhor documentário de longa-metragem, S. Petersburgo; Best Documentary Award, Pocono Mountains Film Festival, USA.O documentário franco-alemão sobre a sua vida - "Paixão segundo Martins" - já foi visto por mais de um milhão e meio de pessoas na Europa. Também já foi exibido em algumas oportunidades na TV aberta no Brasil, no caso a TV Cultura.
“Eu estava sem rumo, em 2003, já sabendo que não poderia mais tocar nem com a mão esquerda. Sonhei então, que estava tocando piano, com o Eleazar de Carvalho




quinta-feira, 6 de junho de 2013

Melhor contra Baixista de todos os Tempos.

            


A edição americana da Rolling Stone realizou uma votação popular para eleger os 10 maiores baixistas de todos os tempos. Claro que, por ser uma revista jovem, a influência do rock se faz presente, e alguns nomes que poderiam estar lá acabaram ficando de fora, por conta do desconhecimento.
            Em primeiro Lugar ficou  John Alec Entwistle (9 de outubro de 1944 - 27 de junho de 2002) foi um baixista, compositor, cantor e trompetista britânico, mais conhecido por seu trabalho no baixo com a banda de rock The Who.
            Sua sonoridade agressiva no instrumento influenciou várias gerações de baixistas, levando-o a ser definido como "o maior baixista da história do rock" por publicações como Greenwich Time e The Ledger.

            A pegada base de seu instrumento era alcançada através da utilização de linhas pentatônicas e um som agudo pouco comum, alcançado através da utilização de cordas de aço RotoSound. Entwistle possuía uma coleção de mais de 200 instrumentos, refletindo as diferentes marcas que utilizou durante sua carreira: baixos Fender e Rickenbacker nos anos 60, Gibson e Alembic nos anos 70, Warwick nos anos 80 e baixos Status de fibra de carbono nos anos 90.