quinta-feira, 21 de março de 2013

Cultura


Música tradicional do Japão

A música tradicional do Japão é o resultado dos vários movimentos e escolas musicais que compõe a música japonesa.

Tipos de Músicas Do Japão

            Kabuki  (歌舞伎, Kabuki) ou cabúqui  é uma forma de teatro japonês, conhecida pela estilização do drama e pela elaborada maquiagem usada por seus atores. O significado individual de cada ideograma é canto (ka) (歌), dança (bu) (舞) e habilidade (ki) (伎), e por isso a palavra kabuki é às vezes traduzida como “a arte de cantar e dançar”. Esses ideogramas, entretanto, são o que se chama de ateji (ideogramas usados apenas com sentido fonético) e não refletem a etimologia mesma da palavra. Acredita-se, de fato, que kabuki derive do verbo kabuku, significando aproximadamente “ser fora do comum”, donde se depreende o sentido de teatro de “vanguarda” ou teatro “bizarro”. Sua origem remonta ao início do século XVII, quando se parodiavam temas religiosos com danças de ousada sensualidade. No ano de 1629, esse tipo de teatro foi proibido pelo governo. O espetáculo passou a ser encenado então por rapazes que se vestiam de mulher. Contemporaneamente, o teatro kabuki se tornou um espetáculo popular que combina realismo e formalismo, música e dança, mímica, encenação e figurinos, implicando numa constante integração entre os atores e a platéia.

            Noh (Nogaku) ou ainda Nogaku(能楽) é uma forma clássica de teatro profissional japonês, que combina canto, pantomima, música e poesia. Executado desde o século XIV é uma das formas mais importantes do drama musical clássico japonês. Evoluiu de outras formas teatrais, aristocráticas e populares, incluindo o Dengaku, Shirabyoshi e Gagaku. O termo Noh deriva da palavra japonesa talento ou habilidade. Muitas de suas personagens usam máscaras, mas não todas. Suas raízes podem ser encontradas no Nuo (傩戏) - uma forma de teatro da China. Deu origem a outras formas dramáticas, como o Kabuki. Um de seus mais importantes dramaturgos é Zeami Motokiyo (1363-1443). Zeami também deixou tratados sobre a arte de interpretar

       Gagaku (雅 楽, gagaku, Música da corte imperial antiga e danças,  iluminada. "Música elegante") é um tipo de música clássica japonesa que tem sido realizado na Corte Imperial em Kyoto durante vários séculos. É composto de três repertórios primários:
Música Shinto 1.Native religiosa e canções folclóricas e de dança, chamado kuniburi não utamai
2.A Goguryeo e Manchurian formulário, chamado komagaku (nomeado para Koma, um dos Três Reinos)
3.A chinês e sul-forma da Ásia (especialmente da dinastia Tang), chamado togaku.
Gagaku, como Shomyo, emprega a escala yo, uma escala pentatônica com intervalos ascendentes de dois, três, dois, dois e três semitons entre os tons da escala cinco. No Brasil esta escala ficou conhecida como escala japonesa.

            Shomyo  ( 声明) é um estilo de canto budista japonês, usado principalmente nas seitas Tendai e Shingon Há dois estilos:. Ryokyoku e rikkyoku, descrito como difícil e fácil de lembrar, respectivamente. Shomyo, como gagaku, emprega a escala Yo, uma escala pentatônica com intervalos ascendentes de dois, três, dois, dois e três semitons.

            Jyoruri Joruri ( 净 瑠 璃) pode referir-se a  um tipo de narrativa cantada com acompanhamento de shamisen, normalmente encontrados em Bunraku, um teatro de bonecos tradicional japonesa.  Joruri (ópera), uma ópera de compositor japonês Minoru Miki Joruri-ji (净 瑠 璃 寺), um templo budista em Kyoto
Joruri (música) por Bangladesh pesado Karma Penhor banda de metal
Joruri é a romanização Hepburn da palavra (kanji) japonês. O correto é Zyôruri em Kunrei-shiki romaji (ISO 3602), e em Zyōruri Nihon-shiki romaji (ISO 3602 estrito).

            Nagauta (长 呗?), Literalmente "canção longa", é um tipo de música tradicional japonesa, que acompanha o teatro kabuki. Eles foram desenvolvidos por volta de 1740. Influências incluído o estilo vocal yōkyoku usado em teatro Noh, e instrumentos, incluindo o shamisen e vários tipos de tambores.O shamisen, um alaúde arrancou com três cordas, é um instrumento muito popular na Nagauta. Artistas nagauta geralmente jogar o shamisen e cantar ao mesmo tempo. Nagauta é a base da Sinfonia nagauta, uma sinfonia em um movimento composto em 1934 pelo compositor Kosaku Yamada.

            Shakuhachi (música) Shakuhachi, é um instrumento de sopro de estrutura aparentemente simples: um bocal, o corpo de bambu e cinco orifícios. Porém, suas medidas são rigorosas. O comprimento mais comum do instrumento é de 1,8 shaku (1 shaku = aproximadamente 30 centímetros). este tipo de música é utilizado para relaxamento do corpo para meditações ou momento de massagens ou reflexões sobre a vida.


            Soukyoku  O Sōkyoku (双 殛 Punir geminadas) é uma alabarda grande que o Gotei 13 usa a Sōkyoku Hill para executar Shinigami que severamente violado a lei.

            Enka (em japonês: 演歌) é um estilo de música japonesa que é uma mistura de sons tradicionais japoneses com melodias ocidentais, principalmente de influência americana. Porém foi criada entre a Era Meiji e Era Taisho, como uma forma de música de protesto.
O termo enka (演 = "actuar" / 歌= "canção") se formou originalmente na era Meiji, e começou como uma forma de expressão de desacordo político -discursos em forma de música para fazê-los mais atraentes- porém sua forma mudou rapidamente. Foi o primeiro estilo à sintetizar as melodias japonesas com as harmonias ocidentais para criar um novo estilo musical.

terça-feira, 19 de março de 2013

Tétrades

Iremos agora incluir uma quarta nota em nossas tríades e a chamaremos de Tétrades.

O que é uma Tétrade então?

São acordes de quatro sons, onde a quarta nota será sempre uma 7M ou 7ª da dominante. Vamos
mostrar como e de onde sai esta quarta nota.

C - D - E - F - G - A - B - C = Escala de Dó Maior

Um acorde de quatro notas é constituído pelas notas de um acorde de três notas (tríade): fundamental, terceira e quinta, e por uma sétima - que pode ser uma sétima maior ou dominante, sétima menor ou sétima diminuta.

 Acorde de sétima dominante

O acorde de sétima dominante é composto por um acorde perfeito maior e uma sétima menor.
Exemplo : Mi, Sol#, Si, Ré

Acorde de sétima menor

O acorde de sétima menor é composto por um acorde perfeito menor e uma sétima menor.
Exemplo : Mi, Sol, Si, Ré.

 Acorde de sétima menor e quinta diminuta

O acorde de sétima menor e quinta diminuta (chamado sétima sensível quando é colocado sobre o sétimo grau do modo maior) é formado por um acorde de quinta diminuta e uma sétima menor.
Exemplo : Mi, Sol, Si♭, Ré.

 Acorde de sétima maior

O acorde de sétima maior é formado por um acorde perfeito maior e uma sétima maior.
Exemplo : Mi, Sol#, Si, Ré#.

 Acorde de sétima diminuta

O acorde de sétima diminuta é formado por um conjunto de três terceiras menores.
Exemplo : Mi, Sol, Si♭, Ré♭.

 Acorde de sétima maior e perfeita menor

O acorde de sétima maior e perfeita menor é composto por um acorde perfeito menor e uma sétima maior.
Exemplo : Mi, Sol, Si, Ré#.

 Acorde de sétima maior e quinta aumentada

O acorde de sétima maior e quinta aumentada é composto por um acorde de quinta aumentada e uma sétima maior.
Exemplo : Mi, Sol#, Si#, Ré#.





terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Tríades

         Uma tríade, na música, se refere a qualquer acorde formado por 3 notas musicais. À Harmonia musical baseada em tríades dá-se o nome de Trifonia, sendo também comum chamá-la de Harmonia Triádica ou Harmonia Trifônica.
         Para se caracterizar como tríade, as três notas podem estar em qualquer ordem de frequência, no entanto, após definida a ordem, devem estar o mais próximas possível umas das outras. As Tríades podem ser executadas nas regiões médias e agudas dos instrumentos, sendo que nas regiões graves não soam apropriadamente.
         As tríades sempre se caracterizam pela junção de duas terças, no caso da tríade menor, uma terça menor e uma maior, formando um intervalo de terça menor e um intervalo de quinta justa em relação à fundamental, ou tônica. Por exemplo: No caso de uma tríade de Dó menor, a fundamental ou tônica é a nota do. Colocando-se um intervalo de terça menor, temos a nota mi bemol, e somando a essa terça menor uma terça maior, temos a nota Sol.
         Assim, temos as notas DO, Mi bemol e Sol, que são respectivamente a fundamental, a terça menor e quinta justa.
Além da tríade menor, existem outros quatro Tipos de Tríade:
      



        
Tríade maior: um intervalo de 3ª maior sob um intervalo de 3ª menor, formando o intervalo de 5ª justa entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado nos graus I, IV e V da escala diatônica maior e nos graus V e VI da escala menor harmônica.
         Tríade menor: um intervalo de 3ª menor sob um intervalo de 3ª maior, formando o intervalo de 5ª justa entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado nos graus II, III e VI da escala maior e nos graus I e IV da escala menor harmônica.

         Tríade diminuta: um intervalo de 3ª menor sob outro intervalo de 3ª menor, formando o intervalo de 5ª diminuta entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado no grau VII da escala maior e nos II e VII graus da escala menor harmônica.

         Tríade aumentada: um intervalo de 3ª maior sob outro intervalo de 3ª maior, formando o intervalo de 5ª aumentada entre a primeira e a terceira nota da tríade. É encontrado no grau III da escala menor harmônica.

Como fica isso no Piano




No contra baixo é usado para fazer levadas.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Cantinho da Crítica



Neste ano que se passou o Legião Urbana completaria 30 anos de estrada. Três décadas não é pouco, tanto que podemos contar nos dedos bandas de rock que marcaram época e se mantiveram vivas depois de tanto tempo na estrada.
         Para celebrar a data e homenagear Renato Russo, a MTV reuniu os dois terços da banda: o baterista Marcelo Bonfá e o guitarrista Dado Villa-Lobos, para um show especial. E para ficar à frente do microfone da banda que era acompanhado do holofote que seguia Renato Russo a emissora convidou Wagner Moura. Que pra quem não sabe, além de Capitão Nascimento e Hamlet, também é vocalista da banda Sua Mãe.
         Com Wagner a bordo e dois shows marcados, a MTV vinha mostrando flashs dos ensaios e clipes de artistas declarando seu amor pela banda e seu trabalho. No final de semana passado a emissora mostrou o making of dos ensaios, com depoimentos dos músicos como um esquenta para as duas apresentações.
         A expectativa para os shows vips eram grande, há mais de 16 anos músicas do Legião não eram tocadas em cima de um palco por Dado e Bonfá. Ao mesmo tempo em que o discurso de todos os envolvidos era que Wagner não ia substituir Renato e acredito que ninguém realmente esperava isso dele, o que não tira a pressão dos ombros do ator, que durante a noite toda declarou seu amor ao conjunto e às músicas que um dia foram cantadas por Renato Russo.
         Em um Espaço das Américas lotado, com mais de 7 mil fãs, o trio se apresentou acompanhado de mais três músicos: acompanhados por Rodrigo Favaro (baixo), Caio Costa (teclado e arranjos) e Gabriel Carvalho (violão) e em mais de duas horas de apresentação tocou nada menos que 26 faixas da banda, todas acompanhadas apaixonadamente pelas pessoas e Fãs ali presentes. O clima de devoção era sentido de longe, do outro lado da TV, e conseguiu fazer com que a  noite se tornasse memorável.
         Mais Infelizmente problemas aconteceram como:
         Enquanto o palco do Espaço das Américas foi lindamente decorado, com hastes de luz e um telão dando profundidade como se a banda estivesse de baixo d’água, com reflexos dos músicos, o som sofreu. Com problemas de microfonia, instrumentos desafinados, momentos descompassados o público de casa começou os ataques via Twitter.      Os músicos também não fingiram que estava tudo bem. Descontente com a introdução de “Pais e Filhos”, Bonfá pediu que todos parassem e recomeçassem a música do zero. Aí sim a coisa andou!
         A noite foi finalizada com muita energia ao som de “Será” música que o público cantarolou e cobrou assim que a banda deixou o palco para ser tocada de novo.










Igrejas podem ser obrigadas a pagar para cantar músicas gospel

Fiquei surpreso esses dias com o comentário do Bispo Paulo Ayres, emérito da Igreja Metodista e Presidente da Diaconia, no Recife, sobre a regularização do pagamento de Direitos Autorais pelo uso das músicas gospel nas igrejas Católicas .
Gente metodista e evangélica em geral, Graça e Paz! Não creio que em nossos dias nos deve surpreender ou causar escândalo as investidas de grupos econômicos e financeiros no campo religioso. Quando tudo na sociedade do capitalismo tardio sob o qual vivemos tem se tornado em commodity (não é só soja, açúcar, milho ou ferro que hoje são commodities, mercadorias com valor agregado ou não; produtos culturais como a música também são commodities hoje! Inclusive a música gospel!), não é de se estranhar que a música gospel também tenha tornado-se numa commodity.
Não é à toa que a teologia da prosperidade achou guarida em nossas igrejas evangélicas (não são só as neo-pentecostais que pregam a teologia da prosperidade; nas evangélicas tradicionais, como a nossa metodista, encontram-se muitos de seus líderes e membros defendendo tal teologia). É por isso que a a gravadora do mais poderoso grupo empresarial em comunicações em nosso país resolveu co-optar algumas das mais importantes vozes da música gospel evangélica, já que as católicas desde o início do movimento tinham sido co-optadas – “business is business”, não discriminando classe, cor, gênero, sexo, religião ou idade. Evito nomear toda essa galera toda para evitar óbvios problemas, mas quem está por dentro do assunto sabe a quem me refiro.
Como gosta de dizer o ex-ministro Delfim Neto, numa sociedade capitalista “não há cafezinho de graça”, inclusive no mundo gospel. É por isso que muita gente do mundo gospel cobra cachê, pois estão no fundo vendendo uma mercadoria. Não é mais louvor a Deus para edificação do seu povo e evangelização do mundo; não! É meio de acumular-se capital, quer financeiro, quer simbólico. E aí vem o pregador da vitória em Cristo da Deus te dá vitoria gabando-se de que conveceu o dono da vênus prateada a apresentar no horário dominical das 13 horas a galera da música gospel evangélica. Pensando ele que manipulou o todo-poderoso da midia brasileira, não quer se dar conta que está negociando com o próprio cramunhão da mídia brasileira, pois como disse Jesus, o cramunhão, se for possível, enganará até aos escolhidos….
A música gospel em si não é certa nem errada, pode ser boa ou ruim; e não se trata aqui de ser a favor ou contra o uso da música contemporânea em nossas assembléias litúrgicas, pois este debate seria uma grande asneira – toda música pode servir para glória de Deus, não importando se antiga ou moderna, erudita ou popular, samba, xaxado, baião, rock, gospel, o que for – “todo ser que respira, louve a Deus…”. Entretanto, hoje, como commodity (mercadoria com valor agregado ou não) para quem está por detrás dos CDs e dos DVDs tem que dar lucro… isso é o quê interessa.. o resto não tem pressa [o poder da mídia não é fácil!]! Oportuno o competente esclarecimento de nosso irmão Dr. Roberto Machado. O que fica claro é que, ao menos por enquanto, não há cobrança dos direitos autorais por parte dos “propietários” do dom do Espírito Santo, mediante a intervenção da ECAD, por simples generosidade deles e delas.
Na meca do capitalismo, os Estados Unidos, isto já está imperando de forma avassaladora… igrejas para cantarem as músicas contemporâneas têm de pagar por seu uso nos cultos e reuniões públicas. Logo, logo, isto poderá estar valendo também para as igrejas tupiniquins. Talvez será por isso que teremos de voltar a cantar os velhos hinos de Isaac Watts, Charles Wesley, Fanny Crosby, traduzidos para o português por da. Sarah Poulton Kalley e pelo Rev. Henry Maxwell Wright, pois tais hinos agora são de domínio público e, como seus autores já estão na glória, não há como cobrar direitos autorais sobre o que está nos nossos Salmos e Hinos, Hinário Evangélico, Harpa Cristã, Cantor Cristão e etc.
Enquanto a nova reforma não vem para a Igreja de nossos dias vamos ter de conviver, como Wycliffe, Huss e Savanarola nos tempos pré-Lutero, com os vendilhões do templo que negociam dentro da Casa de Deus a salvação, a cura, a libertação, a transformação das vidas das massas primeiro iludidas e depois decepcionadas com a (des)graça imperando em nossas comunidades, (des)graça travestida de Evangelho, enchendo as contas bancárias dos famigerados “homens de Deus” da mída eletrõnica e macaqueados como simulacro por muitos dos pastores e pastoras evangélicas, inclusive em nossa amada Igreja Assembleia de Deus. Essa música gospel a serviço da teologia da prosperidade, pela ganância e avidez de muitos de seus agentes por popularidade e sucesso financeiro, bem que poderia estar com seus dias contados.
Que os anjos pudessem dizer, AMÉM!






A música hoje em dia é livre para ter em seu contexto o assunto escolhido pelo autor de tal.Nos dias do seculo XXI a musica se encontra em contextos sexuais,de duplo sentido,super heróis,amor,saudades e etc,mas há algumas pessoas que acham que musica é uma melodia com algo escrito sobre algum assunto inescrupulo,isso é chamado de sergeta,(se bem que muitas musicas já haviam sido escritas na sargeta e fizeram muito sucesso)lixo musical,e devia até dar cadeia ou no minimo processo por pertubação do ambiente.Alguns exemplos são as musicas Mulher,mulher,mulher de Neguinho,(usar uma referencia tão bonita como uma musica tão sem criatividade e sem graça)Bara bara bere bere de aviões do forro(um horror,ridiculamente podre nem merece atenção,afinal até a banda é sem graça,suas musicas tem sempre o mesmo rítmo sem contar o uso dos ritmos estrangeiro para fazer musicas sem sal) e Minha mulher não deixa não(Essa foi o alge da ridicularidade,alem de ser acusado de plagio,já que ele usou uma letra infantil ainda queria se apossar de parodias de sua copia,dizendo por exemplo que “vou sim” foi ele que compôs).Em fim podemos concluir que musicas como essas não merecem a nossa atenção,como já vimos muitas bandas já se recomporam depois de musicas toscas,mas musicas como essas não deixam quase nenhuma salvação,são apenas hits que a população aceita por certo tempo por não ter outra musica,depois são jogadas fora como o lixo que elas são.